MOVIMENTO DE CURSILHOS DE CRISTANDADE

DA ARQUIDIOCESE DE MARINGÁ

REGIMENTO INTERNO


SUMÁRIO:

CAPÍTULO I 2
DA FINALIDADE DO MCC 2
CAPÍTULO II 2
DOS MEMBROS 2
CAPÍTULO III 3
DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA 3
CAPÍTULO IV 3
DAS ASSEMBLÉIAS 3
CAPÍTULO V 3
DO GED 3
CAPÍTULO VI 8
DO CURSILHO DE CRISTANDADE 8
CAPÍTULO VII 9
DO CONSELHO DE COORDENADORES 9
CAPÍTULO VIII 9
DA ORGANIZAÇÃO DOS GEPs 9
CAPÍTULO IX 9
DA ELEIÇÃO 9
CAPÍTULO X 10
DO PATRIMÔNIO E DO REGIME FINANCEIRO 10
CAPÍTULO XI 11
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS 11

REGIMENTO INTERNO – MCC DE MARINGÁ


CAPÍTULO I
DA FINALIDADE DO MCC

Art. 1º - O MCC - Movimento de Cursilhos de Cristandade da Arquidiocese de Maringá é uma associação de fiéis leigos, com sede e foro na cidade de Maringá, sujeito às diretrizes pastorais da Arquidiocese, como igreja particular, e ao Estatuto do MCC do Brasil.

Art. 2º - O Movimento de Cursilhos de Cristandade da Arquidiocese de Maringá, de acordo com o art. 1º do Estatuto do MCC do Brasil, tem as seguintes finalidades:

a. Preparar lideranças cristãs para atuação nos ambientes e estruturas, de acordo com a Pastoral Orgânica de cada Igreja Particular;
b. Fermentar de Evangelho os ambientes e estruturas pelo testemunho e pela ação pessoal e organizada de seus membros;
c. Formar dirigentes para a expansão do Movimento em nível Arquidiocesano, Regional e Nacional;
d. Zelar pela fidelidade à essência, ao conteúdo e ao método do MCC.

Art. 3º - O carisma próprio do MCC está na sua finalidade pastoral específica, que é a “Evangelização dos Ambientes”, através da formação dos Núcleos Ambientais, sem, no entanto, dissociar-se da Pastoral de Conjunto e das Diretrizes Pas-torais aprovadas pela Arquidiocese.

Art. 4º - O MCC da Arquidiocese de Maringá tem duração ilimitada e somente poderá ser extinto por motivo de causa gra-ve, pela Assembléia Arquidiocesana, ouvindo-se o Bispo Arquidiocesano e a Coordenação Regional.

CAPÍTULO II
DOS MEMBROS

Art. 5º - Podem ser membros do MCC todos os fiéis leigos, que tendo participado do Cursilho de Cristandade, e que façam sua livre opção pelo Movimento.

Parágrafo único – Os que ainda não participaram do Cursilho de Cristandade, poderão participar do MCC na condição de convidados, não lhe sendo permitido fazer parte do GED, votar e ser votado, e ainda ser escolhido para coordenação de grupos.

Art. 6º - São direitos e deveres dos membros do MCC:
a. Dar testemunho cristão nos ambientes em que vivem e atuam;
b. Organizar-se em Núcleos Ambientais para maior eficácia;
c. Realizar sua vocação apostólica na Igreja e no mundo, inserindo-se na Pastoral de Conjunto da Arquidiocese;
d. Participar das atividades e reuniões do MCC de acordo com este Regimento e com ele colaborar;
e. Contribuir para a manutenção do MCC;
f. Votar e ser votado.

Parágrafo primeiro - Terão direito a voto, os seguintes membros: do GED, dos GEPS, os Mensageiros do Cursilho de Cristandade, Cursilhistas, Coordenadores de Cursilho, Assessor Eclesiástico Arquidiocesano, e que tenham freqüência mínima de 1/3 na Escola Vivencial ou no seu GEP, a contar da data do início das atividades da Escola daquele ano, com exceção do Assessor Eclesiástico Arquidiocesano que não tem freqüência obrigatória.

Parágrafo segundo - A freqüência dos membros nos GEPs deverá ser controlada pelo seu Coordenador, que fica encar-regado de encaminhar ao Secretário do GED, com até sete dias de antecedência da data de Assembléia Ordinária ou Extraordinária.
Parágrafo terceiro - Fica estabelecido que para os Cursilhistas novatos, a contagem da freqüência se faz proporcional-mente a partir da data de ingresso no Cursilho, devendo atingir 1/3.

Art. 7º - O desligamento da função de um membro do GED se dará por sua livre e espontânea vontade ou por decisão do Grupo Executivo Diocesano, em decorrência de ato ou conduta que o desabone ou por descumprimento de qualquer artigo deste Regimento, sendo-lhe facultada ampla defesa.

Parágrafo primeiro - Os Coordenadores, os Mensageiros, os Chefes de Cozinha e os demais membros do GED poderão ser desligados de suas funções se não atingirem a freqüência mínima de 1/3, das atividades da Escola Vivencial do ano em curso.

Parágrafo segundo - Os Coordenadores, Mensageiros, Chefes de Cozinha e demais membros do GED, cujas presenças não atingirem o mínimo previsto no parágrafo anterior, deverão se justificar junto ao GED.

CAPÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E DA COMPETÊNCIA

Art. 8º - O MCC no âmbito Arquidiocesano tem a seguinte estrutura:

I – ÓRGÃO DE DELIBERAÇÃO NO ÂMBITO ARQUIDIOCESANO

a. Assembléia Arquidiocesana (AA);
b. Grupo Executivo Diocesano (GED);

II – ÓRGÃO DE DELIBERAÇÃO NO ÂMBITO PAROQUIAL
a. Núcleos Ambientais (NA).
b. Grupo Executivo Paroquial (GEP).


CAPÍTULO IV
DAS ASSEMBLÉIAS

Art. 9º - A Assembléia Arquidiocesana do MCC é o órgão máximo deliberativo no âmbito Arquidiocesano, competindo-lhe entre outros assuntos:
a. Eleger a coordenação do Grupo Executivo Diocesano (GED), de acordo com as condições estabelecidas nes-te Regimento;
b. Estabelecer as diretrizes Arquidiocesanas do Movimento, respeitadas e em consonância com as do GEN, do GER e da Pastoral de Conjunto da Arquidiocese;
c. Rever e avaliar a caminhada do Movimento no âmbito Arquidiocesano;
d. Aprovar o orçamento anual e as contas do exercício;
e. Aprovar e/ou modificar o Regimento Interno do MCC da Arquidiocese de Maringá.

Art. 10 - A Assembléia Arquidiocesana será constituída pelos membros do MCC da Arquidiocese de Maringá, com direito a voto.

Art. 11 - A Assembléia Arquidiocesana ordinária reunir-se-á, pelo menos uma vez por ano, convocada pelo Coordenador do GED, que fixará o local e data de sua realização, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, fazendo constar na convo-cação o temário fundamental.

Parágrafo Primeiro – A convocação para a Assembléia Arquidiocesana deverá ser por escrita e encaminhada pelo correio com AR, a todos os Coordenadores dos GEPS, em Edital Geral, no mural interno da Escola Vivencial, aos representantes do GED, no prazo mínimo descrito no caput deste artigo.

Parágrafo Segundo - A Assembléia Arquidiocesana poderá ser convocada em caráter Extraordinário sempre que necessá-rio para fins deliberativos e urgentes, por iniciativa do Coordenador do GED, ou por solicitação da maioria dos membros do GED, em âmbito Arquidiocesano.

Parágrafo terceiro - Fica o Coordenador do GEP encarregado de comunicar aos responsáveis pelo Pré e Pós Cursilhos, e aos demais membros pertencentes a este Grupo, sobre o conteúdo da convocação em tempo hábil para participação na Assembléia.

Parágrafo quarto - As Assembléias Arquidiocesanas Ordinárias e Extraordinárias realizar-se-ão, em primeira chamada, por maioria absoluta dos membros do MCC com direito a voto, e não havendo quórum, em segunda chamada, 30 minutos após iniciada a Assembléia, por qualquer número dos membros do MCC presentes.


CAPÍTULO V
DO GED

Art. 12 - O Grupo Executivo Diocesano (GED) da Arquidiocese de Maringá é o órgão executivo e coordenador do MCC na Arquidiocese, é um organismo vinculado ao Grupo Executivo Regional (GER) e ao Grupo Executivo Nacional (GEN), con-forme preceitua o Estatuto do MCC do Brasil, em seu artigo 8º.

Art. 13 - O GED tem como finalidade à coordenação das atividades do MCC na Arquidiocese de Maringá, zelando pelo cumprimento de seus objetivos e pela fidelidade a sua essência e ao seu método próprio (Carisma).

Art. 14 – O GED é constituído pelos seguintes membros eleitos em Assembléia Arquidiocesana, para um mandato de 02 (dois) anos:
a. Coordenador;
b. Vice-Coordenador;

Parágrafo Primeiro - É facultada a reeleição do Coordenador do GED para mais um único mandato consecutivo, sendo-lhe permitido candidatar-se em eleições futuras.

Parágrafo Segundo – O Assessor Eclesiástico Arquidiocesano, é membro do GED, escolhido pelo Bispo Arquidiocesano, para um mandato de 02 (dois) anos.
.
Parágrafo Terceiro – Um representante do MCC de Jovens terá lugar como membro efetivo do GED, cujo nome será eleito pelos membros do MCC de jovens da Arquidiocese de Maringá, com direito a voto, para um mandato de 02 (dois) anos

Parágrafo Quarto – Os membros eleitos do GEN e do GER não poderão acumular cargos ou funções executivas no GED.

Parágrafo Quinto – Os demais membros do GED serão escolhidos livremente pelo Coordenador do GED, compondo as seguintes funções:
a. Primeiro Secretário;
b. Segundo Secretário;
c. Primeiro Tesoureiro;
d. Segundo Tesoureiro;
e. Responsável pelas Alavancas Internas;
f. Responsável pelas Alavancas Externas;
g. Responsável pela Escola Vivencial;
h. Responsável pelo Pré-Cursilho;
i. Responsável pelo Pós-Cursilho;
j. Responsável pelas Ultréias;
k. Responsável pelo Acolhimento;
l. Responsável pela Animação;
m. Responsável pela Liturgia;
n. Responsável pelas Promoções e Eventos;
o. Responsável pelo Material do Cursilho de Cristandade;
p. Responsáveis pela montagem de Cursilho de Cristandade Masculino e de Cursilho de Cristandade Feminino;
q. Responsável pela Ouvidoria;
r. Responsáveis pela Comunicação;
s. Responsáveis pela Visitação;
t. Responsáveis pelos Jovens;
u. Responsável pela Equipe de Som;
v. Responsáveis pelas Regiões Pastorais.


Parágrafo Sexto – Os membros de livre escolha do Coordenador do GED, terão um mandato de 02 (dois) anos, mas pode-rão ser substituídos a qualquer tempo, em decorrência de ato ou conduta que o desabone, sendo-lhe facultada ampla defe-sa.

Art. 15 - Ao GED, compete:
a. Cumprir e fazer cumprir o presente Regimento;
b. Executar as deliberações das Assembléias Nacional, Regional e Arquidiocesana;
c. Promover, acompanhar e coordenar o Movimento no âmbito Arquidiocesano e fazer observar a fidelidade ao seu carisma e o seu método próprio;
d. Aprovar o número de Cursilhos de Cristandade anuais, e indicar os respectivos coordenadores;
e. Elaborar e executar o plano de atuação do Movimento, de acordo com as diretrizes emanadas da Assembléia do MCC e do Plano de Pastoral da Arquidiocese;
f. Apresentar à Assembléia Arquidiocesana o relatório de atuação do Movimento, o orçamento anual e a presta-ção de contas do exercício;
g. Promover o relacionamento com os organismos e os movimentos pastorais em âmbito Arquidiocesano, parti-cularmente com o Conselho Diocesano de Leigos (CDL);
h. Incentivar a criação e o cadastramento de Núcleos Ambientais (NA);
i. Promover cursos e encontros de atualização destinados à formação e evangelização em âmbito Arquidioce-sano;
j. Deliberar “ad referendum” sobre assuntos que lhe sejam pertinentes, desde que tenham relação com o MCC da Assembléia Arquidiocesana;
k. Administrar e zelar pelos bens patrimoniais do MCC da Arquidiocese de Maringá.

Art. 16 - Ao Coordenador do GED, compete:
a. Representar no âmbito Arquidiocesano o MCC do Brasil;
b. Convocar e presidir a Assembléia Arquidiocesana;
c. Assinar os documentos do Movimento no âmbito Arquidiocesano e movimentar, com o tesoureiro, as contas bancárias;
d. Participar das assembléias e convocações no âmbito Regional e Nacional;
e. Representar o MCC, ou se fazer representar, no Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e no Conselho Arquidiocesano de Leigos (CAL);
f. Elaborar, juntamente com os membros do GED, o Calendário Anual de Cursilhos de Cristandade e enviá-lo à Cúria Arquidiocesana, em tempo hábil, para ser incluído no calendário Arquidiocesano;
g. Distribuir ao Primeiro Secretário o Calendário aprovado, para que seja enviado aos diversos Assessores Espi-rituais e Coordenadores do GEN, GER, GEP e demais membros do MCC;
h. Homologar a indicação do Diretor Espiritual do Cursilho de Cristandade e das pessoas que irão coordená-lo, tanto no Masculino quanto no Feminino, observando que não haja contra-testemunho entre sua fé e sua vida, e isso deve ser observado também para os mensageiros, seguindo as deliberações do Conselho de Coorde-nadores;
i. Viabilizar e supervisionar encontros e cursos de formação e atualização para os responsáveis dos Cursilhos de Cristandade, das 3 (três) reuniões reparatórias, dos retiros, e das assembléias;
j. Ser o elo de ligação entre o MCC e o Bispo Arquidiocesano;
k. Projetar junto com a Diretoria do GED, os eventos que serão promovidos; a quantidade de Cursilhos de Cris-tandade por ano, a distribuição das vagas aos responsáveis de corredor e de cozinha, de acordo com a estra-tégia adequada na Arquidiocese;
l. Fazer parte do Conselho de Coordenadores, convocar suas reuniões quando necessário e participar de suas deliberações;
m. Indicar representantes do MCC para compor as administrações de órgãos, associações, ou entidades que ve-nha a firmar convênios ou acordos, ad referendum da Assembléia Geral Arquidiocesana, especialmente do Conselho Nacional de Leigos, enquanto for do interesse do Bispo Arquidiocesano;
n. Organizar o calendário anual de visitas aos Núcleos Ambientais e às Regiões Pastorais, com a freqüência ne-cessária ao atendimento e orientação dos mesmos.


Art. 17 - Ao Vice-Coordenador, compete:
a. Auxiliar o Coordenador do GED em suas funções;
b. Substituir o Coordenador do GED em suas ausências.
c. Participar e representar o MCC nas reuniões de Pastoral da Região Centro;
d. Participar do Conselho de Coordenadores.

Art. 18 - Ao Assessor Eclesiástico, compete:
a. Assessorar o GED nos estudos e programas do MCC, ajudando a implantar atividades transformadoras nos ambientes.
b. Auxiliar o MCC, em nível Arquidiocesano dentro das orientações pastorais e da Igreja Diocesana e do Brasil, sempre de acordo com o GER e GEN do MCC.
c. Auxiliar os Núcleos Ambientais em suas necessidades, principalmente quando apresentarem dificuldades em receber o assessoramento do Padre na Paróquia a que pertencem.
d. Dar orientação espiritual aos membros do MCC no âmbito Arquidiocesano.
e. Participar das Assembléias Arquidiocesanas, e sempre que puder das Regionais e Nacionais.

Art. 19 - Ao Primeiro e ao Segundo Secretário, como seu substituto em suas ausências, compete:
a. Redigir as atas dos eventos históricos ou administrativos do MCC da Arquidiocese de Maringá;
b. Redigir e arquivar as correspondências;
c. Zelar pela conservação e atualização dos arquivos do MCC;
d. Agendar reuniões, mediante prévia ciência do Coordenador do GED
e. Retirar a correspondência do correio, encaminhá-la ao Coordenador do GED para ciência, enviar resposta, caso necessário, e posteriormente, arquivá-la;
f. Arquivar os quadrantes dos Cursilhos de Cristandade, a fim de se manter os cadastros sempre atualizados;
g. Inscrever as chapas dos candidatos a eleição de GED, e encaminhá-las ao Coordenador do GED e Assessor Eclesiástico, antes da Assembléia Arquidiocesana eletiva.

Art. 20 - Ao Primeiro Tesoureiro, compete:
a. Receber os valores pagos ou doados ao MCC da Arquidiocese de Maringá;
b. Pagar os compromissos e despesas do MCC da Arquidiocese, entre os quais os do GER.
c. Movimentar a conta bancária em conjunto com o Coordenador do GED;
d. Prestar contas com observância das exigências legais e contábeis.
e. Encaminhar ao Escritório Contábil indicado pela Coordenação do GED, o balancete de entradas e saídas;
f. Receber os respectivos relatórios do tesoureiro do Cursilho de Cristandade, referentes às despesas penden-tes, e providenciar o pagamento;
g. Elaborar um balancete após cada Cursilho de Cristandade e entregá-lo à Coordenação do GED.
h. Manter o GED sempre ciente da situação financeira.

Parágrafo Único - Ao Segundo Tesoureiro, compete substituir o Primeiro Tesoureiro em seus impedimentos ou ausências, bem como auxiliá-lo no exercício de suas funções .

Art. 21 - Ao Responsável pelas Alavancas Externas, compete:
a. Organizar as alavancas recebidas;
b. Enviar alavancas aos diversos Cursilhos de Cristandade a serem realizados em âmbito regional, nacional e internacional;
c. Enviar pedidos de alavancas aos Cursilhos de Cristandade agendados no Calendário Arquidiocesano, e aos GEDs de todo Brasil e do mundo.
d. Responder todas as solicitações de alavancas encaminhadas ao MCC da Arquidiocese de Maringá.

Art. 22 - Ao Responsável pelas Alavancas Internas, compete:
a. Mobilizar e motivar os freqüentadores da Escola Vivencial do MCC, dos Núcleos Ambientais da Arquidiocese e dos GEPs, para elaboração de alavancas para o Cursilho de Cristandade.

Art. 23 - Ao Responsável pela Escola Vivencial, compete:
a. Elaborar a programação anual da Escola Vivencial, em conjunto com a Coordenação do GED, abrangendo formação espiritual, doutrinal e social, garantindo assim, a unidade do Movimento, como uma mola mestra propulsora da ação transformadora nos ambientes;
b. Ter entusiasmo e perseverança no processo de conversão integral do cristão leigo;
c. Organizar as atividades pela seriedade dos assuntos que trata e pela profundidade dos objetivos da Escola Vivencial.

Art. 24 - Ao Responsável do Pré-Cursilho compete:
a. Coordenar os trabalhos de Pré-Cursilho na Arquidiocese, sendo elo de ligação entre o GED e os responsáveis do Pré-Cursilho das Regiões Pastorais e dos GEPs;
b. Manter o intercâmbio com os diversos Núcleos Ambientais, seguindo a orientação do GEN, no sentido de que se procure candidatos líderes, preferencialmente por ambientes, para que haja um sincronismo na escolha dos candidatos;
c. É responsável pela distribuição, controle e recebimento das fichas de inscrição dos candidatos para o Cursilho de Cristandade, cabendo a orientação quanto ao preenchimento correto das mesmas, e conscientização da importância do respeito ao prazo de entrega;
d. Orientar os apresentantes de candidatos dos Cursilhos de Cristandade, para que antes de preencherem as respectivas fichas de inscrição, observem as normas emanadas da Igreja (consultando o Assessor Eclesiáti-co), e do MCC (Capítulo sobre os Candidatos, do Livro de Mensagens), no que diz respeito à participação de pessoas que apresentem situações canônicas irregulares e/ou outros impedimentos previstos;
e. Preparar e conhecer os ambientes que o MCC Arquidiocesano escolheu como prioritário de atuação, para fo-mentar a formação dos Núcleos Ambientais;
f. Colaborar estreitamente com os Coordenadores do Cursilho de Cristandade;
g. Orientar os apresentantes dos candidatos do Cursilho de Cristandade, quanto ao pagamento da taxa na noite de entrada.

Art. 25 - Ao Responsável do Pós-Cursilho compete:
a. Coordenar os trabalhos de Pós-Cursilho na Arquidiocese, sendo elo de ligação entre o GED e os responsá-veis do Pós-Cursilho das Regiões Pastorais e dos GEPs;
b. Orientar o engajamento do Cursilhista na Região Pastoral, GEPs ou Núcleos Ambientais a que pertença.
c. Visitar as Regiões Pastorais, GEPs e Núcleos Ambientais, a fim de motivar e manter a união do grupo e fer-mentar o carisma do MCC;
d. Orientar os responsáveis das Regiões Pastorais, GEPs e dos Núcleos Ambientais para que assumam ações concretas e transformadoras, como forma de construção em suas comunidades, lembrando que o papel do Cristão leigo é ser Igreja no mundo.
e. Promover atividades em sintonia com a Escola Vivencial, objetivando a formação integral de seus participan-tes, e motivando-os à preparação de mensagens.
f. Fornecer subsídios e modelos de dinâmicas para as reuniões das Regiões Pastorais, dos GEPs e dos Nú-cleos Ambientais, objetivando-se a unidade do movimento.

Art. 26 - Ao Responsável pelas Ultréias, compete:
a. Organizar e preparar as Ultréias Arquidiocesanas;
b. Supervisionar e apoiar as demais Ultréias das Regiões Pastorais, dos GEPs e Núcleos Ambientais.

Art. 27 - Ao Responsável pelo Acolhimento, compete:
a. Formar uma equipe de acolhimento;
b. Preparar e organizar com antecedência o ambiente da Escola Vivencial, das reuniões do GED e Assembléias Arquidiocesanas do MCC;
c. Recepcionar os cursilhistas e visitantes na entrada da Escola e nas missas de encerramento de Cursilhos de Cristandade;
d. Disponibilizar e controlar material de apoio, vendas de livros de formação, de camisetas, de bótons, e outros;
e. Organizar os livros de presenças na Escola Vivencial.

Art. 28 - Ao Responsável pela Animação, compete:
a. Animar os encontros da Escola Vivencial;
b. Estar presente em todos os encontros da Escola Vivencial, missas e assembléias, com os devidos instrumen-tos e os equipamentos necessários para animação;
c. Providenciar a manutenção e revisão dos equipamentos de animação, para que sempre estejam em boas condições de uso;

Art. 29 - Ao Responsável pela Liturgia, compete:
a. Organizar os materiais litúrgicos para ultréias e missas de encerramento do Cursilho, bem como mantê-los sempre em boas condições de uso;
b. Preparar o momento de espiritualidade na Escola Vivencial;
c. Providenciar todo material rotativo da liturgia dos Cursilhos de Cristandade, tais como o vinho, as hóstias e as velas a serem utilizados.

Art. 30 - Ao Responsável pelas Promoções e Eventos, compete:
a. Organizar e liderar os eventos, as atividades recreativas e promocionais programadas pelo GED.

Art. 31 - Aos Responsáveis pelas Regiões Pastorais, competem:
a. Estar em permanente sintonia com as respectivas paróquias de sua região, sendo um elo de ligação entre o MCC da Arquidiocese e a sua Região Pastoral;
b. Propagar a proposta do MCC da Arquidiocese de Maringá, atuando como agente fortalecedor e motivador de sua comunidade.

Parágrafo único: O MCC da Arquidiocese de Maringá compõe-se de cinco regiões pastorais: Região Pastoral Centro, Região Pastoral Centro Sul, Região Pastoral Leste, Região Pastoral Oeste e Região Pastoral Norte.

Art. 32 - Ao Responsável pelo Material (mala), compete:
a. Catalogar todo o material existente no MCC da Arquidiocese de Maringá, e mantê-lo sempre atualizado;
b. Manter organizado o material disponível nos armários do Centro de Encontros Arquidiocesano, e ainda, provi-denciar a reposição dos itens necessários, mediante prévia autorização do Coordenador do GED, e devida ci-ência do Tesoureiro;
c. Comunicar com antecedência ao Coordenador do GED, sobre a necessidade de providenciar peregrinando com Cristo, crucifixos e terços para o Cursilho de Cristandade;
d. Orientar os Coordenadores de Cursilho de Cristandade e Responsáveis de Corredor e de Cozinha quanto à organização do material, sua disponibilidade, bem como sobre a disposição dos materiais existentes no armá-rio do Centro de Encontro Arquidiocesano, para que ao final do Cursilho, os mesmos sejam revisados e reco-locados em seus devidos lugares.

Art. 33 - Aos Responsáveis pela Montagem do Cursilho de Cristandade Feminino e do Cursilho de Cristandade Masculino, competem:
a. Convocar com antecedência mínima de 40 (quarenta) dias, o presidente do Conselho de Coordenadores para decidirem sobre a montagem do Cursilho de Cristandade;
b. Convocar mensageiros e responsáveis de corredor e de cozinha que estejam na ordem de escala, e que se-jam participantes assíduos da Escola Vivencial. E, no caso das cidades vizinhas pertencentes ao MCC da Ar-quidiocese de Maringá, solicitar a indicação dos Coordenadores dos GEPs, para promover a convocação;
c. Definir juntamente com o Coordenador do Cursilho de Cristandade, as datas e locais onde ocorrerão as 3 (três) reuniões preparatórias;
d. Entregar ao Coordenador do Cursilho de Cristandade a lista dos integrantes da equipe, indicando quem serão os mensageiros, os responsáveis de corredor, o chefe de cozinha e demais responsáveis da equipe de cozi-nha, para viabilizar o controle de presença nas reuniões preparatórias.

Art. 34 – Ao Responsável pela Ouvidoria, compete:
a. Ser o elo entre os cursilhistas e o GED.
b. Ouvir, encaminhar e acompanhar críticas e sugestões
c. Conhecer os anseios do Cursilhista para melhor servi-lo.
d. Estabelecer uma parceria em prol da qualidade, eficiência do MCC.
e. Garantir o direito à informação, orientando o Cursilhista sobre como obtê-la e como proceder em suas ânsias e dificuldades.
f. Assegurar sigilo ao Cursilhista, no exame de suas reivindicações.

Art. 35 – Aos Responsáveis pela Comunicação , competem:
a. Estabelecer um canal de comunicação interna e externa do MCC.
b. Manter um mural, semanalmente atualizado, na Escola Vivencial, divulgando e informando aos cursilhistas de assuntos de interesse do carisma do MCC, bem como de outros de interesses gerais.
c. Divulgar e/ou publicar nos meios de comunicação disponíveis ao MCC, artigos e matérias de cunho formativo e informativo, com prévia aprovação do Coordenador do GED.

Art. 36 – Aos Responsáveis pela Visitação, competem:
a. Visitar, acolher e apoiar os membros do MCC que necessitem de uma atenção diferenciada por estarem pas-sando por momentos difíceis seja por problemas de doença, familiar, financeiro e etc.

Art. 37 – Aos Responsáveis pelos Jovens, competem:
a. Acompanhar e motivar os jovens do MCC em seus encontros e reuniões.
b. Opinar, sugerir e auxiliar em suas propostas e realizações de suas atividades.

Art. 38 - Ao Responsável pela Equipe de Som , compete:
a. Controlar, montar e armazenar os equipamentos de som para as atividades desenvolvidas na Escola Vivenci-al, Assembléias, Reuniões e no encerramento de Cursilho.

CAPÍTULO VI
DO CURSILHO DE CRISTANDADE

Art. 39 - O Cursilho de Cristandade possibilita a vivência fundamental do cristão, visando criar Núcleos Ambientais fermen-tando-os de evangelho, e ajudando-os a descobrir e a realizar a vocação pessoal.

Parágrafo Primeiro – O Cursilho de Cristandade tem um método próprio, querigmático, vivencial, testemunhal, e poderá ser desenvolvido num período de 02 (dois) ou 3 (três) dias na Arquidiocese de Maringá, à critério do GED.

Parágrafo Segundo - Na programação anual do calendário de Cursilhos, deverá estar previsto, pelo menos, um Cursilho de jovens, cuja idade permitida para participação deverá ser de, no mínimo, 18 (dezoito) anos.

Art. 40 - O Cursilho de Cristandade é constituído da seguinte equipe de trabalho:
a. Coordenador Geral;
b. Chefe de cozinha;
c. Mensageiros;
d. Diretor Espiritual;
e. Responsáveis de corredor e de cozinha.

Art. 41 - Ao Coordenador do Cursilho de Cristandade, compete:
a. Ser engajado e atuante no MCC da Arquidiocese de Maringá, observando-se assiduidade na Escola Vivencial, de acordo com o art. 7º e parágrafos, deste Regimento;
b. Preparar e elaborar as 3 (três) reuniões preparatórias, valendo-se do guia do coordenador e do livro de men-sagens do MCC;
c. Solicitar ao Coordenador do GED informações sobre o valor estimado da taxa a ser cobrada dos cursilhistas, para incluir esta informação nos lembretes distribuídos a equipe de trabalho do Cursilho;
d. Controlar a presença da equipe de trabalho nas reuniões preparatórias;
e. Solicitar ao Pré-Cursilho do GED as fichas dos cursilhistas, após a data limite, para que em tempo hábil possa preparar a lista de chamada dos cursilhistas; distribuir os dormitórios; organizar os cursilhistas em grupos de trabalho ou em grupos ambientais; e realizar prévio estudo das fichas dos cursilhistas;
f. Passar ao Chefe de Cozinha as instruções necessárias;
g. Designar as funções aos integrantes da equipe de Responsáveis e Mensageiros;
h. Preparar ao término do Cursilho, o relatório das atividades desenvolvidas, incluindo informações do Chefe de Cozinha, para apresentação na reunião do Conselho de Coordenadores.

Art. 42 – Ao Chefe de Cozinha do Cursilho de Cristandade, compete:
a. Ser engajado e atuante no MCC da Arquidiocese de Maringá, observando-se assiduidade na Escola Vivencial, de acordo com o art. 7º e parágrafos, deste Regimento;
b. Organizar o cardápio, a lista de pedidos de doações, e compras necessárias;
c. Designar as funções aos integrantes da equipe de cozinha;
d. Providenciar lembrancinhas para todas as refeições durante a realização do Cursilho;
e. Acatar as decisões do Coordenador do Cursilho de Cristandade, bem como fornecer informações sobre as a-tividades desenvolvidas no âmbito da cozinha, para o relatório da reunião do Conselho de Coordenadores;
f. Propiciar que sempre se mantenha ativa a espiritualidade na cozinha.

Art. 43 – Aos Mensageiros, competem:
a. Ser um conhecedor profundo do MCC, sabendo canalizar sua mensagem ao carisma específico;
b. Ter sua mensagem aprovada pelo Conselho de Coordenadores;
c. Primar pela unidade de critérios, e apresentar o mínimo de técnica oral;
d. Manter sua mensagem num contexto atualizado;
e. Ter coerência entre a mensagem proclamada e seu testemunho de vida;
f. Participar da Escola Vivencial, observando o disposto no art. 7º e parágrafos deste Regimento, e de modo ge-ral, ao carisma do MCC.

Art. 44 – Ao Diretor Espiritual do Cursilho de Cristandade, compete:
a. Provocar no cursilhista o início de um processo de diálogo pessoal com Cristo;
b. Proferir mensagens contendo no seu corpo doutrinal com fundamentação no alicerce e no estilo de nossa es-piritualidade cristã, e proclamadas em tom querigmático, procurando despertar uma opção totalizante: a con-versão;
c. Fazer, ao final do Cursilho de Cristandade, a entrega de um crucifixo para cada cursilhista, como sinal do seu compromisso de fidelidade;
d. Celebrar a eucaristia, e atender confissões.

Art. 45 - Aos Responsáveis de Corredor e de Cozinha, competem:
a. Ser evangelizador de seu ambiente e freqüentador da Escola Vivencial;
b. Ser conhecedor da essência e do método do MCC;
c. Ser sensível às circunstâncias e situações dos cursilhistas, procurando compreender seus anseios, angústias e esperanças;
d. Primar pela comunhão com os demais responsáveis e toda equipe de trabalho do Cursilho de Cristandade, e através da caridade em suas atitudes, formar não só um grupo de amigos, mas sobretudo de irmãos;
e. Cumprir as orientações do Coordenador do Cursilho de Cristandade, e do Chefe de Cozinha, de acordo com as respectivas funções.

CAPÍTULO VII
DO CONSELHO DE COORDENADORES

Art. 46 - O Conselho de Coordenadores é órgão autônomo, criado por decisão da Assembléia Arquidiocesana, com função deliberativa, exclusivamente sobre assuntos pertinentes ao Cursilho de Cristandade, objetivando agilizar na arquidiocese a implantação das decisões oriundas do GED, e de suas respectivas Assembléias.

Parágrafo Primeiro - O Conselho de Coordenadores terá como finalidade o acompanhamento e a avaliação de cada Cursi-lho de Cristandade, no que diz respeito a mensageiros, responsáveis de corredor e de cozinha, mensagens, e demais ativi-dades desenvolvidas no Cursilho, com o objetivo de encontrar caminhos para superar as dificuldades quando apresenta-das, de modo a primar pelo zelo à fidelidade ao conteúdo e ao método do MCC.

Parágrafo Segundo – O Conselho de Coordenadores é composto pelos seguintes membros:
a. Coordenador do GED;
b. Vice-Coordenador do GED;
c. Coordenadores do Cursilho de Cristandade Feminino e Masculino, e;
d. Chefes de Cozinha do Cursilho de Cristandade Feminino e Masculino.

Parágrafo Terceiro – O Conselho de Coordenadores será dirigido por um Presidente eleito entre os membros da Coorde-nação do Cursilho de Cristandade, e poderá ser substituído a qualquer momento, seja por renúncia, ou por decisão da maioria dos membros do Conselho.

Parágrafo Quarto - É vedado ao Coordenador do GED exercer a presidência do Conselho de Coordenadores.

Parágrafo Quinto – O Conselho de Coordenadores se reunirá sempre que convocado por seu Presidente, pelo Coordena-dor do GED ou pela maioria de seus membros, e suas decisões serão, sempre, por maioria simples.

CAPÍTULO VIII
DA ORGANIZAÇÃO DOS GEPs

Art. 47 - Os Grupos Executivos Paroquiais – GEPs, são órgãos subordinados ao GED da Arquidiocese de Maringá, e com-posto por todas as paróquias que tenham feito sua opção pelo MCC, com a finalidade de organizar, contribuir e fermentar o seu carisma.

Art. 48 – Cada GEP será composto dos seguintes membros :
a. Coordenador;
b. Pré-Cursilho;
c. Pós-Cursilho.

Parágrafo Único: O mandato dos membros do GEP será de 2 (dois) anos, cabendo uma única recondução.

Art. 49 - Aos GEPs, compete:
a. Atender as atribuições dispostas no art. 14, deste regimento, com as devidas adaptações;
b. Cumprir e fazer cumprir o Estatuto do MCC do Brasil, observando sua essência, seu método e seu carisma (evangelização dos ambientes).

Art. 50 – Os membros dos GEPs serão indicados por cursilhistas de suas paróquias e homologado pelo Pároco, obser-vando-se os seguintes requisitos:
a. Serem Cursilhistas atuantes na paróquia;
b. Participantes do carisma do MCC e da Escola Vivencial;

CAPÍTULO IX
DA ELEIÇÃO

Art. 51 - Para as eleições adotar-se-ão as seguintes regras:
a. Os candidatos formarão chapas, e a eleição será realizada sempre na Assembléia Arquidiocesana do GED e no último ano de mandato dos respectivos Coordenadores;
b. As inscrições das chapas poderão ser feitas em até 7 (sete) dias antes da abertura da Assembléia eletiva, dire-tamente com o Primeiro Secretário do GED, podendo neste período de sete dias, ser impugnada pelo Asses-sor Eclesiástico da Arquidiocese e pelo Coordenador do GED que, recebida e registrada a impugnação, será submetida à apreciação e votação do GED, antes de iniciar a votação em Assembléia;
c. Só poderá ser candidato a cargo eletivo, o membro que tenha participado do Cursilho de Cristandade, ser ca-tólico praticante, que não tenha nenhuma sanção canônica, e que seja pessoa de boa conduta ética e de mo-ral ilibada.
d. O candidato deverá ter boa vivência cristã, profundo conhecimento do MCC, especialmente de seu método e carisma;
e. Que seja membro atuante do MCC e participante assíduo de sua Escola Vivencial;
f. Para as eleições tomar-se-ão, quanto ao local e as cédulas, as medidas que garantam a seriedade e a lisura dos atos;
g. O Coordenador indicará uma comissão apuradora composta por três membros, que não sejam candidatos, e nem tenham vínculo de parentesco;
h. Todo membro do MCC com direito a voto, deve exercê-lo de modo individual, vedada à delegação ou repre-sentação, e atender ao disposto no art. 6º e seus parágrafos do presente Regimento;
i. Para ser válido deve o voto ser livre, secreto, certo, absoluto e determinado, não podendo ter rasuras ou de-feitos que dificultem sua leitura;
j. Será eleito, aquele que obtiver o maior número de votos válidos.
l. Quando houver três ou mais chapas inscritas, e na apuração nenhuma delas atingir a maioria simples de 50% (cinqüenta por cento) mais um, de votos válidos, ocorrerá, neste caso, o 2º turno entre os dois candidatos mais votados, logo após encerrada a primeira apuração.

Parágrafo Primeiro - Se duas ou mais chapas obtiverem o mesmo número de votos, será declarado vencedora a chapa em que o candidato a Coordenador do GED for o mais idoso.

Parágrafo Segundo – Os eleitos serão empossados imediatamente após o resultado da eleição, e iniciarão suas ativida-des de acordo com o calendário determinado pelo GED, ou em conformidade com a Arquidiocese.

Parágrafo Terceiro – Ocorrendo candidatura de chapa única, deverá ser respeitado a proporção de 50% (cinqüenta por cento) mais um, dos votos válidos.

Parágrafo Quarto – Não existindo candidatos inscritos no prazo previsto na alínea “b” deste artigo, cancela-se a eleição e far-se-à outra convocação para nova Assembléia eletiva, no prazo máximo de até 90 (noventa) dias, podendo ser prorro-gada uma única vez, por igual período.

Parágrafo quinto - Neste período de transição previsto no parágrafo anterior, a Coordenação atual permanecerá interina-mente na função até que seja eleito o(a) novo(a) coordenador(a), e em caso de sua desistência, cria-se uma Comissão deliberativa, indicada pelo Conselho de Coordenadores, composta por 3 (três) membros, para que se dê continuidade aos trabalhos do Movimento de Cursilhos de Cristandade, na arquidiocese de Maringá-Pr, pelo mesmo prazo especificado, no parágrafo anterior.

Art. 52 - Em caso de vacância do cargo de Coordenador do GED, e este ainda não tendo cumprido metade do seu manda-to, o Vice-coordenador do GED assumirá interinamente, até que o Primeiro Secretário convoque a Assembléia Arquidioce-sana Extraordinária, para eleição de um novo Coordenador do GED. Cumprido mais da metade do mandato, o Vice-Coordenador assumirá e cumprirá o restante do período.

Parágrafo Primeiro - Na vacância dos cargos de Coordenador e Vice-Coordenador do GED, será convocada Assembléia Arquidiocesana Extraordinária, que elegerá nova coordenação.

Parágrafo Segundo - Na vacância do cargo de Vice-Coordenador do GED, na primeira Assembléia Arquidiocesana a ser realizada, será eleito seu substituto para cumprir o restante do período.

CAPÍTULO X
DO PATRIMÔNIO E DO REGIME FINANCEIRO

Art. 53 - Constitui patrimônio do MCC da Arquidiocese de Maringá, todos os bens móveis e imóveis adquiridos ou que ve-nham a ser adquiridos ou recebidos por doação, inscritos em livro próprio.

Art. 54 - De acordo com o art. 47 do Estatuto Nacional do MCC, o GED poderá onerar ou alienar os bens de seu acervo patrimonial mediante proposta apresentada pela sua Coordenação e aprovada pela Assembléia Arquidiocesana.

Art. 55 - No caso de dissolução do MCC no âmbito Arquidiocesano ou suspensão de suas atividades, a Assembléia Arqui-diocesana disporá sobre o destino de seus bens, salvo os direitos adquiridos e a vontade dos doadores, conforme o artigo 48 do Estatuto do MCC do Brasil.

Art. 56 - As receitas do MCC da Arquidiocese de Maringá são provenientes de:
a. Contribuições e doações voluntárias de seus membros, dos Núcleos Ambientais e GEPs;
b. Resultados das promoções: festas, bingos, rifas, jantares, etc;
c. Receitas eventuais e doações de terceiros.

CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 57 - Os membros do Grupo Executivo Arquidiocesano eleitos pela Assembléia Arquidiocesana deverão cuidar para que o MCC colabore com outros movimentos, associações e dê apoio às diversas atividades pastorais da igreja, especialmente aquelas de sua comunidade ou paróquia.

Art. 58 - O que é dito dos cargos e atribuições em âmbito nacional e regional vale também, com as devidas adaptações, para o âmbito Arquidiocesano.

Parágrafo Único: Para que seja reconhecido como tal pelo MCC Regional e MCC Nacional, deve o Grupo Executivo Ar-quidiocesano, respeitar, conservar e fazer observar o carisma, a finalidade e o método fundamental e específico do MCC e estar em sintonia com suas respectivas coordenações.

Art. 59 - Os Núcleos Ambientais e demais Grupos do MCC, obedecerão a este Regimento Interno quanto a sua organiza-ção e nele inspirarão a sua atuação, com as devidas adaptações.

Art. 60 - As modificações e alterações do presente Regimento poderão ser realizadas por sugestão de qualquer membro do MCC, através da Ouvidoria, que será encaminhada ao GED para análise, devendo ser deliberadas ou não. Caso a proposta seja deliberada pelo GED, deverá ser encaminhada para aprovação em Assembléia Arquidiocesana, atendidas as formali-dades legais de convocação em primeira chamada, por maioria absoluta dos membros do MCC com direito a voto, e não havendo quórum, em segunda chamada, 30 minutos após iniciada a Assembléia, por maioria simples dos membros do MCC presentes.

Art. 61 - O presente Regimento Interno entrará em vigor após a sua aprovação pela Assembléia Arquidiocesana do MCC e depois de homologado pela Coordenação Regional (GER) e deverá ser observado por todos.


O presente Regimento Interno do MCC da Arquidiocese de Maringá foi estudado, votado e aprovado na Assembléia Arqui-diocesana Extraordinária, convocada especialmente para esta finalidade e realizada no dia 19 de outubro do ano 2004 (dois mil e quatro). E, foi alterado pela primeira vez em Assembléia no dia 01 de abril de 2007. A segunda alteração foi aprovada em Assembléia, realizada no dia 30 de março de 2008.

 



 

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